TRANSPORTE X COVID-19

VEREADOR RENATO ZUCOLOTO AVALIA AS POSSÍVEIS SAÍDAS MAIS PRÁTICA E SEGURAS PARA REDUZIR O RISCO DE PROLIFERAÇÃO DO CORONAVÍRUS NO TRANSPORTE COLETIVO DE RIBEIRÃO PRETO

Segundo estudos científicos o maior vetor de transmissão do coronavírus é o transporte coletivo. No entanto, a prefeitura de Ribeirão Preto não exigiu o número máximo da frota, muito pelo contrário, reduziu a quantidade de veículos. Esse movimento está demonstrado e comprovado como um erro estratégico primário. Ainda nesse cenário de pandemia, o Executivo Municipal mandou um adiantamento de recebíveis para a Câmara de 4.8 milhões, que foi negado pelo legislativo. O consórcio alega que, com a pandemia, houve um desequilibro contratual o que tem trazido problemas e que pode levar nosso transporte coletivo ao colapso. A reunião de hoje a tarde, por vídeo-conferência reuniu alguns vereadores, Ministério Público, Sincovarp, ACI e o Consórcio Pro-Urbano, na tentativa de debater saídas práticas e plausíveis para o problema. Para o momento, a solução foi apresentar um plano emergencial onde fique permitido que os passageiros viagem sentados nos ônibus. Estudos técnicos serão conduzidos no sentido de analisar e possivelmente aprovar este novo regramento.

“Sabemos que o coronavírus atingiu em cheio o problema do transporte urbano, cujo contrato já causava discussão. O fato de ter havido uma queda acentuada do número de passageiros é notório, mas também é público que a redução do número de linhas gerou uma grande aglomeração de usuários, o que torna essa camada mais pobre e que se utiliza do transporte coletivo, mais vulnerável a contaminação. Assim, é necessário que haja uma convergência de ideais e propostas para achar uma solução e resolver de uma vez por todas esse problema que é emergencial nesse momento”, avaliou o vereador Renato Zucoloto.